domingo, 16 de dezembro de 2012

Os homens são de Marte e as mulheres são chatas.

Esta semana vi no Facebook uma foto acompanhada de comentários furiosos, alegando que a postagem era machista.
E a foto era essa:
8 coisas que tornam uma mulher apaixonante:
  1. fofa e carinhosa
  2. mesclar santinha e safada
  3. ter o bumbum no lugar
  4. não reclamar muito
  5. saber cozinhar
  6. não reclamar sobre futebol
  7. se cuidar
  8. ser fiel
Devo ser a pessoa mais machista do mundo porque concordo com tudo isso, desculpa aí.
Também odeio gente que reclama demais e as mulheres que fazem isso tornam-se mesmo in-su-por-tá-veis. Sim, sou das antigas que acreditam que a mulher deveria ser mais cordata e passiva. Desculpa, mil desculpas, mas eu acho isso. E veja que os caras não pedem que elas não reclamem. Não!!!! Eles tem noção da realidade. Pedem apenas que não reclamem... muito.

E eu, apesar de ser mulher, também não perdoo mulheres que não se cuidam e que não saibam cozinhar. Nada é mais brochante e desanimador do que uma mulher que não sabe cozinhar. Chega a ser infantil e sonso.

E ser fofa e carinhosa, caramba, não é mais do que uma obrigação!! Mulher tem que ser carinhosa, óbvio. Se não está na Bíblia, esta regra certamente consta no manual do proprietário. Pode checar que tá lá.

Bom, e "ser fiel" é o que se espera de qualquer parceiro (homem ou mulher) e ter a bunda no lugar é o que se espera de qualquer animal. Sorte que todos nós temos. E perceba que eles não reclamam da celulite e nem exigem demais da lei da gravidade. Só pedem, encarecidamente, que a coisa esteja no lugar, entre as costas e as coxas. 

Outro item: "suportar o futebol". Isso também pode ser traduzido como: suporte as manias estranhas do outro. Pode ser futebol, pode ser política, um programa esdrúxulo da TV, bicicleta, rock, ou o que mais houver. Mas, gente, é óbvio que temos que suportar porque, afinal, a mania é DELE e não nossa!  

Bom, resumindo, não vejo nada de errado na lista dos homens. 

Estranhíssima é a foto oposta:

8 coisas que tornam um homem apaixonante:
  1. pegada 
  2. perfume
  3. corte de homem bem resolvido 
  4. barba cerrada (não é serrada??? o Google não respondeu)
  5. prestatibilidade e parceria
  6. estilo
  7. cueca box branca
  8. cara de mau com um coração super romântico.
Não é uma lista de exigências estranha? MUITO mais sexista, detalhista e fútil do que a lista anterior.

Primeiro item: homem tem que ter pegada. Bom, isso eu já sabia. As mocinhas da minha palestra me contaram e eu socializei neste post aqui. Toda mulher diz que a "pegada" (uma palavra abstrata, intraduzível e cujo significado é impossível de explicar), é uma obrigação masculina que determina a continuidade ou não de um relacionamento.
Não é exigir demais dos pobres???
-Olha, Paulo, eu até gosto de você mas o problema é que você não tem pegada.
Aí o cara vai passar o resto da vida sem entender o que ficou faltando. Vai criar traumas, vai ficar frustrado, e NUNCA conseguirá resolver o problema dele porque, percebam, não existe "aula de pegada". Não existe um passo-a-passo no Youtube esclarecendo o assunto porque ninguém define o que é afinal uma pegada.  "Pegada" é algo que, se você não tem, então nunca irá entender o que é e, portanto, está condenado a definhar na sarjeta sexual da vida.
A mulher pode se tornar bem cuidada, pode aprender a cozinhar, pode decidir ser fofa, mas o homem nunca conseguirá decodificar e adquirir a tal pegada.
E eu acho isso muito, muito injusto.

Perfume. Poxa, perfume?? Exigir de um homem que ele use perfume é o mesmo que ele pedir que você escove os dentes antes de beijá-lo. Ou que tome uma ducha antes do sexo. Sacanagem, não acham? Vocês não acham absurda essa exigência?

Terceiro item: "corte de homem bem resolvido". What??????? Nada mais mal explicado, preconceituoso e elitista.

Barba cerrada. Hum..... ok, esse item eu poupo da minha crítica porque concordo.

Prestem atenção ao próximo item: "PRESTATIBILIDADE e parceria".  As mulheres querem tanto, exigem tanto, que até inventam neologismos para definir seus desejos.
Prestatibilidade existe??
Pelo que eu entendi elas querem um homem que seja parceiro e que lhes preste serviços. Tipo, troque o courinho da torneira, mate uma barata (e jogue no lixo) e saia  na chuva para buscar o carro no estacionamento. Entendi, mas isso não é o mesmo que o homem exigir que você cozinhe?? E porque eles são machistas ao exigir a comida e você está nos seus direitos ao querer a instalação da resistência do chuveiro? E, tem mais: TODO homem que eu conheço atualmente cozinha (muitos, inclusive, melhor do que as esposas), mas nunca vi uma moça trocando o pneu para o marido.

Estilo. Putz, outro item abstrato. TODOS nós temos estilos, mas elas não definem o estilo que lhes atrai porque.... porque..... ah, porque são mulheres. Elas querem e ponto final. Eles que se virem para entender.

Cueca box (o certo seria boxer, mas aí já é exigir demais dos textos do Facebook). Como assim??? Se os caras acima pedissem, sei lá, calcinhas vermelhas as feministas, obviamente, iam cair matando, mas as mulheres tem o direito de escolher o modelo E a cor das cuecas. No mínimo um contrasenso.

Último item da lista: "cara de mau com um coração super romântico". Trocando em miúdos, isso é o mesmo que dizer que ele deve "mesclar a santinha com a safada", claro, mas as mulheres dizem de modo a parecer uma necessidade afetiva e não uma tara sexual. Mulheres são maduras e demonstram saber o que quer. Homens são pervertidos e sempre exigem demais.

Bom, resumindo: é duro ser homem hoje em dia. Não podem pedir nada que já são taxados de machistas e, prá piorar, atualmente precisam satisfazer uma lista de exigências abstratas e confusas como "pegada", "estilo", ter um corpo perfumado e um cabelo com "corte de homem bem resolvido". Além da cueca certa.

Tadinhos... e pensar que eles só queriam um bumbum no lugar certo.



sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

70, 70, aí se tenta de novo.

Nesta semana o Brasilicus chegará a 70 000 acessos.
-E daí???? - todos me perguntarão.

E daí nada.
Claro que isso não tem absolutamente nada de importante e os números nem são tão altos que mereçam algum tipo de comemoração. Conheço gente que recebe estes acesso num único dia.
É só um número, óbvio, mas como eu disse neste post aqui, levo o número 7 muito, muito a sério, e se fiz uma homenagem nos 7 mil acessos, preciso fazer uma melhor ainda nos 70 mil.
E a homenagem de hoje será mostrar ao mundo que um bloguinho fuleiro, discreto e pouco acessado como o meu pode mudar o mundo. Muitos blogs grandes e importantes já salvaram mulheres de serem apredrejadas até a morte, já denunciaram (e até ajudaram a derrubar) regimes totalitários e controladores e já mudaram a vida de muita gente no decorrer desta última década. Os blogs são incríveis!
O meu também.
Duvida? Vou provar.

1) Este post mostrou ao mundo que o fio dental é traiçoeiro e sacana por sempre nos deixar na mão. O fio dental, nesta época, não avisava que estava acabando porque vinha numa embalagem turva que não dava pistas sobre o conteúdo. Ninguém conseguia prever que ele iria acabar, claro, porque não dava prá ver nada lá dentro! E pelo fato do produto ser muito leve, enquanto o fio vai sendo usado não há mudanças no peso da caixinha no decorrer das semanas. Uma amiga perfeccionista e bastante obsessiva disse que percebe que o fio dental está terminando pelo BARULHINHO DA ROLDANA!
Sei....
Bom, mas ela não conta porque, como eu disse: é louca, rsrs.
Mas graças ao Brasilicus que denunciou um importantíssimo drama sofrido pelos consumidores brasileiros, hoje em dia o fio dental vem numa embalagem transparente.... assim:
-Agora dá prá saber quando vai acaba-ar lalalalala-la!! 
(este é o novo da Johnson, tá?)


2) Este post aqui contou sobre a importância de dormir abraçado com alguém e deu explicações revolucionárias sobre conceitos complexos da bioenergética. O texto afirmou que os travesseiros em formatos de braços não resolvem nada e que é fundamental ter contato físico com uma pessoa de verdade na cama para evitar irritabilidade, estresse e depressão.
Lá no Japão, uma leitora leu o meu texto e inventou um serviço incrível:

"Mais uma criação inusitada vinda do Japão: no bairro de Akihabara, um dos mais alternativos de Tóquio, capital japonesa, é possível contratar uma mulher para dormir (só dormir, viu?) com você. Por cerca de R$ 120, é possível alugar uma mulher para dormir junto.
Mas não passa do sono. Não há serviços sexuais. No máximo, por algum dinheiro extra, ela vai te fazer cafuné até que você durma. Chamado de "Soine-ya", o serviço é estranho até para os padrões japoneses. Muitos acham que o serviço oferecido transforma a mulher em um mero objeto.
No entanto, os criadores do serviço dizem que o " Soine-ya" está indo muito bem. Parece que há muita gente precisando de carinho e atenção na terra do sol nascente. Será que um serviço parecido iria fazer sucesso aqui no Brasil?" (Yahoo Notícias, 2 de Outibro de 2012)

"Mero objeto"?? Imagina! As moças salvarão vidas com este trabalho digno e importantíssimo.
E, sim!!! Claro que um serviço assim faria sucesso por aqui, já que a idealizadora do "Personal Teddy Bear" é brasileira.
Vou abrir uma filial aqui, com descontos especiais para quem não ronca. E não baba. Ah, e não sofre de flatulências noturnas, óbvio.


"You put the boom boom into my heart
(...)
Jitterbug into my brain
Goes a bang bang bang till my feet do the same.
Wake me up before you go go"


Brasilicus tem um orgulho danado em equilibrar as energias dos japoneses solitários. Agora é esperar os índices de suicídio diminuirem drasticamente no país do sol nascente (agora nascendo em boa companhia!!). De nada.


3) Você, leitor assíduo, deve se lembrar desta postagem onde criei uma seita ridícula: "Seja um Ovomaltine você também!!!". Pelo fato do produto se achar o máximo e se dar ao direito de não possuir uma embalagem decente, eu ridicularizei ele no blog, deixando o pobre numa situação bastante delicada no mundo dos achocolatados. Porém, graças à minha crítica construtiva, hoje o Ovomaltine possui uma embalagem bonita e muito mais atraente, ganhando de vez a simpatia de milhões de consumidores. Sua auto estima está melhor, seu preço aumentou ainda mais e todos os marketeiros me escrevem agradecendo.
"Cha-cha-cha-cha-cha changes!!!!!!"




4) Agora o papo é sério: o absurdo da exigência da letra cursiva.
Poucos meses depois que eu e Angelina Jolie solicitamos, encarecidamente, uma modernização no processo de ensino e aprendizagem, soube que lá nos EUA o texto teve repercussão e já existem planos concretos para abolir de vez a tradição ridícula da letra cursiva:
"O ensino da letra cursiva (de mão) será opcional no estado norte-americano de Indiana e deverá ser banido definitivamente nos próximos anos. A decisão deve ser seguida por mais de 40 estados do país que também consideram esta forma de escrever como ultrapassada. Na avaliação deles, é mais importante se concentrar no aprendizado das letras bastão (de forma).
O argumento dos defensores desta lei, que provocou polêmica nos Estados Unidos nas últimas semanas, é de que hoje as crianças praticamente não necessitam mais escrever as letras com caneta ou lápis no papel. Seria mais importante elas aprenderem a digitar mais rapidamente, já que quase toda a comunicação acontece por meio de letras de forma nos celulares e computadores." (Veja, 18/07/2011)

Vou continuar minha luta por aqui. Obrigada, Mr. Mike Pence por ler meu blog e fazer as devidas mudanças no seu estado de Indiana. Torço para que a sua decisão vire exemplo para o resto do mundo. Thank you very, very much.


Nota: Quando a este post do Yakult, lamento informar que nada mudou. O povo é mesmo osso duro de roer. Enquanto isso continuamos a roer nossas garrafinhas de soro com lactobacilos vivos para tentar tirar o resto do papel "arumínio". Eu já inventei um serviço útil e rentável no Japão que salvará vidas e diminuirá o estresse. Modificar a embalagem do Yakult seria querer demais. Reconheço meus limites.
Nota 2: As fotos fora de foco e sem produção foram feitas há 10 minutos no quintal da minha casa. Créditos para o fotógrafo Enrico, 6 anos. A cara de idiota é minha, enrolando fio dental no nariz (descartei este pedaço do produto, claro).


Agora eu quero saber de você. É, você que está ai agora sentadinho lendo o blog.
"Ô da poltrona!!", conta prá mim qual das mais de 200 postagens colaborou com alguma informação nova para você. Desta vez não quero elogios nem confete (juro!). Quero saber qual  postagem aqui trouxe cha-cha-cha-cha-cha-changes prá sua vida.
Você lembra de alguma em especial? Qual?


Uhuuuuuuuuuuuuu!!!! É nois!!!






-Pronto? Acabou? Posso ir embora agora????

BLAM!







sábado, 1 de dezembro de 2012

Meu Rei Lagarto




"We're off to see the lizard, the wonderful Lizard of Oz
Because, because, because,
Because of the wonderful things he does..."





Ufa, finalmente hoje vou explicar porque comecei com este longo assunto do ânimus. Tudo não passou de uma descoberta pessoal, e foi assim:

Sabe sonhos recorrentes? Desses que a gente tem durante a vida toda?
Então, eu sempre tive e o assunto era basicamente o mesmo: bebês jacarés. O enredo variava um pouco, mas a descoberta do sonho era sempre a mesma: pequenos jacarés habitavam o fundo da garrafa da minha coca-cola, o fundo da piscina onde eu nadava, o final da panela de brigadeiro, o forro do meu edredom. E eu... não sabia!!! Nem desconfiava, imaginem só! Mas um dia, no sonho, descubro eles por lá: pequenos, agitados e úmidos, e a minha reação sempre era de nojo: "Ecaaaaa, eu nadando aqui/bebendo coca-cola/comendo na panela/dormindo nessa cama esses anos todos sem nunca desconfiar que os filhotes estavam aqui dentro. Que nojo!!!!"
Os sonhos eram assim, e os filhotes de jacaré me atormentaram pela vida afora.

Por causa disso passei a ter repulsa por répteis com patas (cobras não!). As patinhas com unhas, o rabo inquieto, a pele escamosa, os olhos grandes... tudo me causava ojeriza.
-See you later, alligator!!

Quando fui estudar psicologia e aprendi que os sonhos trazem ensinamentos importantes (se forem corretamente interpretados), logo lembrei dos meus bebês répteis. Sabia que um dia eu teria que encará-los e decodificar o significado deles na minha vida. Sabia que, se o enredo acontecia com muita frequência, era óbvio que os sonhos estavam querendo me dar um recado importante. No entanto, nenhum terapeuta interpretou a história por mim, e o nojo que os bichos me causavam sempre me esquivou de um confronto pessoal e voluntário.

Bom, tudo corria bem até que eu entrei numa fase difícil e precisei ser forte. Foi duro, barra pesada mesmo. Eu estava me sentindo frágil, vulnerável, com medo e bastante triste. Meu marido viajou por alguns dias e, no dia 15 de Fevereiro de 2011, eu sentei sozinha no meu computador e... ah, fiz um blog. Assim, ao acaso.
Na hora de dar o nome ao blog, o minúsculo lagarto Basiliscus que andava sobre as águas foi o único e mais óbvio que eu consegui pensar. Eu não tinha nenhuma segunda opção. Sim, definitivamente o réptil seria o meu padrinho nesta empreitada.

Mas é engraçado que na época eu não associei o lagartinho aos sonhos. Nem lembrei!! Semana passada, lavando louça, TUDO veio à tona: o Brasilicus é o meu ânimus, claro! O pequeno réptil dos meus sonhos, sempre escondido, abafado e recriminado, veio finalmente à superfície da minha consciência para me ajudar. Para me resgatar.
"Me dê a mão vamos sair prá ver o Sol..."


Nunca escrevi: diários, contos, poemas e nem era boa em redação. Nunca tive identificação com a escrita, mas quando fui defender a minha pesquisa na universidade, a mulher da banca (que veio de outra cidade e nem me conhecia) disse na mesa da defesa da tese:
-Claudia, você promete para mim que nunca vai parar de escrever? Sua escrita é muito divertida e leve.
Vale dizer que o meu trabalho era sobre câncer. Câncer infantil. Com embasamentos teóricos, procedimentos e conclusões. Meu deus, o que podia ter de divertido nisso? Desconsiderei totalmente o pedido da moça, claro. Achei que ela estava louca. Mas no decorrer dos anos inúmeras pessoas disseram a mesma coisa: "escreva"," escreva sobre isso". Tsc, tsc. Nunca achei que seria proveitoso.

-But you said it was only "for a while"!!!
Porém, num belo dia, a escrita, travestida de um pequeno réptil ousado e transgressor, me salvou de uma pane psíquica. Sim, porque: quer algo mais transgressor do que um lagarto que anda sobre as águas?? Beeeeem diferente dos pequenos que ficavam escondidos no fundo escuro da minha vida.
Bom, e a minha interpretação tosca é que, no sonho, os pequenos jacarés eram meu ânimus que estavam sempre por perto, rondando, e nunca, jamais, me fizeram mal. Eram bebês e precisavam apenas de cuidados, tadinhos. Mas eu, tola, morria de nojo e fugia dos bichos. Penso que eles queriam apenas subir à superfície, crescer e participar da minha vida. Estavam apaixonados por mim, os pobres.

E sei que o blog é meu ânimus porque já me contaram que o que eu escrevo aqui é demasiadamente masculino. Muitas pessoas me dizem isso: que o blog é masculino e até um pouco sexista, com mulheres de biquini, peitinhos e piadas de botequim.
Achei estranho e surreal, mas tive que concordar, claro.
-Ô rapá, chega aí. Deixa eu te contar a
diferença entre a puta e a santa!
Um amigo meu, psicólogo, um dia disse que é fácil recomendar o Brasilicus para os amigos homens porque eles se identificam com o estilo do blog.
Boa parte dos meus leitores fiéis são homens e meu patrocinador/guru aqui dentro é homem. Um homem maravilhoso que me dá dicas importantes para eu não apenas me divertir por aqui, mas também ganhar dinheiro escrevendo: "mande para o portal tal", "tente vender o seu blog", "deixe ele mais moderno"...
Incrível.
Por eu ser casada e compromissada, meu ânimus, desta vez, veio me salvar através de um blog. Jardineiros são arriscados.
Mas veio de forma ainda mais masculina, criativa e linda.





Escrever hoje me dá prazer e me faz sentir completa e feliz.
Se é bom ou não eu juro que não sei, mas, como Clarice Lispector: “Escrevo porque encontro nisso um prazer que não consigo traduzir. Não sou pretensiosa. Escrevo para mim, para que eu sinta a minha alma falando e cantando, às vezes chorando…” (e eu juro que foi ela mesma que disse isso!)



Happy, happy end!